segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Lua cheia

Mas tchê, após uma noite de lua iluminando uns campos, enquanto voltava da praia a noite, pensei preciso escrever algo que me lembre disso... Dai como sempre juntei o "útil com o agradável", ou quase sempre... Coloquei no texto algo sobre aquela imagem e claro como poderia não colocar algo descrevendo um momento com a guria desejada, seja ela quem for... (procurando uma, aceito curriculos!)
Sem mais delongas, segue o texto! (PS: faz umas duas semanas que eu o escrevi.)



Lua cheia




Hoje, bela noite
Noite de lua cheia
Deitado no pasto
Molhado pelo orvalho
Braços atrás da cabeça
Fico admirando aquela
Bela lua cheia!
Essa noite o céu negro
É só teu!
As estrelas se esconderam
Apenas tem brilho
Ilumina esse enorme campo
Por certo momento
Lembro da infância
E do desejo de ser astronauta
E ir desbravar a bela lua...
Volto para o momento
Olho para o lado
Vejo o reflexo da lua
Nos olhos castanhos
Da menina desejada
Por um momento trocamos olhares
Ela sorri, eu retribuo o sorriso
Acaricio o seu belo rosto
Sua pele é tão macia
Sua formosa boca eu beijo
Seus lábios macios e úmidos
Encontram-se com os meus...
Bela noite de lua cheia
Traz-me tantas alegrias
Ponho-me a admirá-la
Com a mulher amada
Deitada em meus braços...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

"To be or not to be"

Lindo texto, vale a pena ler...


Um fragmento de: Hamlet - Shakespeare





“To be or not to be, that is the question;


Whether ’tis nobler in the mind to suffer

The slings and arrows of outrageous fortune,

Or to take arms against a sea of troubles,

And by opposing, end them. To die, to sleep;

No more; and by a sleep to say we end

The heart-ache and the thousand natural shocks

That flesh is heir to — ’tis a consummation

Devoutly to be wish’d. To die, to sleep;

To sleep, perchance to dream. Ay, there’s the rub,

For in that sleep of death what dreams may come,

When we have shuffled off this mortal coil,

Must give us pause. There’s the respect

That makes calamity of so long life,

For who would bear the whips and scorns of time,

Th’oppressor’s wrong, the proud man’s contumely,

The pangs of despised love, the law’s delay,

The insolence of office, and the spurns

That patient merit of th’unworthy takes,

When he himself might his quietus make

With a bare bodkin? who would fardels bear,

To grunt and sweat under a weary life,

But that the dread of something after death,

The undiscovered country from whose bourn

No traveller returns, puzzles the will,

And makes us rather bear those ills we have

Than fly to others that we know not of?

Thus conscience does make cowards of us all,

And thus the native hue of resolution

Is sicklied o’er with the pale cast of thought,

And enterprises of great pitch and moment

With this regard their currents turn awry,

And lose the name of action.”

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Abandonado

Bá, terminei esse a poucos minutos. O assunto não foi eu que delimitei, foi ideia da Audrei ;) Apenas escrevi! ^^


Abandonado




Sem rumo
Sem perspectivas
Sem alguém para amar
Abandonado se encontra
Os dias vão passando
Os amigos vem e vão
Durante alguns instantes
Bate uma certa ilusão
De que existe alguém
Mas logo percebe
Que não existe ninguém...
Ele continua vivendo
Um dia de cada vez
Sem pensar no amanhã
Apenas no momento
Mas ainda tem esperanças
De encontrar alguém...
Alguém para ele amar
Alguém para amá-lo
Alguém para compartilhar
Tanto os bons momentos
Como os ruins...
Alguém com quem ele
Sempre possa contar
Alguém para no final do dia
Dizer "eu te amo".
E quando acordar
Um beijo roubar!